Por cada lâmpada incandescente que substituir poupa até 9€ por ano!
- Maior Poupança na factura da Energia
- Maior Eficiência
- Maior Duração
Importância das lâmpadas económicas
Uma das maiores despesas mensais é a da conta da luz. Esta é uma das facturas que mais pesa no orçamento familiar, por um simples facto: grande parte dos utensílios que temos funciona por alimentação eléctrica, o que faz disparar o contador e, consequentemente, os valores a pagar. Por isso, todos aqueles pequenos gestos que possam ser feitos para baixar o consumo de energia são bem-vindos.
Os utensílios de iluminação fazem parte dos elementos que estão na linha da frente do consumo de electricidade mensal. Mas, simultaneamente, é também em relação a estes que podemos operar as mais fáceis modificações de utilização, como o seguinte e simples gesto: substituição das velhas lâmpadas pelas económicas. Desta forma, podemos tirar mais partido da energia, que é consumida de forma proveitosa, uma vez que estas lâmpadas economizadoras têm um circuito de iluminação que lhes permite usar somente a energia que realmente será utilizada, com desperdícios mínimos. Além disso, há-as para todos os gostos, de todas as formas e, mais importante, para todo o tipo de utilizações, com sistemas distintos consoante o fim a que se destinam (locais amplos ou pequenos, interiores ou exteriores, etc.).
Uma das últimas grandes “modas” dos hipermercados, a favor do ambiente, foi mesmo a massificação das lâmpadas económicas. As diversas superfícies comerciais lançaram um campanha verdadeiramente arrojada, onde se podiam adquirir lâmpadas economizadoras a preços semelhantes aos das lâmpadas convencionais. Alguns hipermercados chegaram mesmo a oferecê-las gratuitamente aos seus clientes. Em contrapartida, anunciavam apenas um slogan, que se podia ler entre-linhas: Seja responsável. Consuma energia de forma moderada e ajude o ambiente.
A ideia fulcral das campanhas parece ter pegado e, mais importante, resultado. A compra de lâmpadas fluorescentes compactas aumentou e desceram as vendas de lâmpadas convencionais, que começaram a sair do mercado no ano passado e, à semelhança de todos os países da União Europeia, Portugal deve deixar de as comercializar nos próximos 4/5 anos.
Embora não existam ainda estudos que o comprovem em termos de números, é ponto assente que a utilização de elementos de iluminação “amigos do ambiente”, entre os quais se destacam as lâmpadas económicas, contribui para a redução da emissão de gases de efeito de estufa, tal como o recurso às energias renováveis o fazem.
A utilização de lâmpadas fluorescentes compactas, as únicas na grande maioria das habitações dos países nórdicos, como a Finlândia ou Dinamarca, nações que lideram a lista das mais “ambientalmente responsáveis”, tem diversas vantagens em comparação com as ditas convencionais, mas nem todos conhecem a verdadeira amplitude das suas mais-valias. Por isso, deixamos alguns factos sobre as lâmpadas económicas e de que forma o uso destas se poderá reflectir na sua carteira, mas sobretudo os efeitos benéficos acarretados para o ambiente, que urge proteger e conservar.
Os utensílios de iluminação fazem parte dos elementos que estão na linha da frente do consumo de electricidade mensal. Mas, simultaneamente, é também em relação a estes que podemos operar as mais fáceis modificações de utilização, como o seguinte e simples gesto: substituição das velhas lâmpadas pelas económicas. Desta forma, podemos tirar mais partido da energia, que é consumida de forma proveitosa, uma vez que estas lâmpadas economizadoras têm um circuito de iluminação que lhes permite usar somente a energia que realmente será utilizada, com desperdícios mínimos. Além disso, há-as para todos os gostos, de todas as formas e, mais importante, para todo o tipo de utilizações, com sistemas distintos consoante o fim a que se destinam (locais amplos ou pequenos, interiores ou exteriores, etc.).
Uma das últimas grandes “modas” dos hipermercados, a favor do ambiente, foi mesmo a massificação das lâmpadas económicas. As diversas superfícies comerciais lançaram um campanha verdadeiramente arrojada, onde se podiam adquirir lâmpadas economizadoras a preços semelhantes aos das lâmpadas convencionais. Alguns hipermercados chegaram mesmo a oferecê-las gratuitamente aos seus clientes. Em contrapartida, anunciavam apenas um slogan, que se podia ler entre-linhas: Seja responsável. Consuma energia de forma moderada e ajude o ambiente.
A ideia fulcral das campanhas parece ter pegado e, mais importante, resultado. A compra de lâmpadas fluorescentes compactas aumentou e desceram as vendas de lâmpadas convencionais, que começaram a sair do mercado no ano passado e, à semelhança de todos os países da União Europeia, Portugal deve deixar de as comercializar nos próximos 4/5 anos.
Embora não existam ainda estudos que o comprovem em termos de números, é ponto assente que a utilização de elementos de iluminação “amigos do ambiente”, entre os quais se destacam as lâmpadas económicas, contribui para a redução da emissão de gases de efeito de estufa, tal como o recurso às energias renováveis o fazem.
A utilização de lâmpadas fluorescentes compactas, as únicas na grande maioria das habitações dos países nórdicos, como a Finlândia ou Dinamarca, nações que lideram a lista das mais “ambientalmente responsáveis”, tem diversas vantagens em comparação com as ditas convencionais, mas nem todos conhecem a verdadeira amplitude das suas mais-valias. Por isso, deixamos alguns factos sobre as lâmpadas económicas e de que forma o uso destas se poderá reflectir na sua carteira, mas sobretudo os efeitos benéficos acarretados para o ambiente, que urge proteger e conservar.
